A morte de Juliana Marins comoveu o Brasil. A jovem veio a óbito após cair do penhasco em meio a uma trilha em um vulcão na Indonésia. O que muita gente não sabe é que a publicitária acumulava em seu currículo passagens por empresas de sucesso.
Juliana já trabalhou na Mynd, agência de marketing de influência que representa diversas celebridades. A empresa foi fundada pela empresária Fatima Pissara em sociedade com Preta Gil e o publicitário Carlos Scappini. Segundo informações do LinkedIn, a publicitária se despediu da firma em dezembro do ano passado, após 2 anos e 3 meses de serviços.
No Instagram, a Mynd prestou uma homenagem à ex-funcionária. “Com pesar, nos despedimos de Juliana, uma pessoa espontânea e cheia de vida, que marcou a história da Mynd contribuindo com seu conhecimento, dedicação e alegria. Ju sempre será uma grande potência! Nossos mais sinceros sentimentos à família, aos amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com ela”, publicaram.
Juliana se formou em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela também trabalhou no grupo Globo, com passagens pelo Multishow e pelo Canal Off.
As informações que constam na autópsia são alvos de dúvidas por parte da família de Juliana. O médico legista afirma que a publicitária morreu de trauma, com fraturas, lesões em órgãos internos e hemorragia intensa.
O médico ainda diz que não há evidência de que a moça tenha agonizado por mais de 20 minutos após o acidente. Segundo ele, a morte teria acontecido entre 12 e 24 horas antes das 22h05, mas não especifica a que dia se refere. Vale lembrar que Juliana caiu na madrugada do sábado (21) e o corpo só foi resgatado na terça-feira (24).
A família aponta que tais informações podem entrar em conflito com a versão de turistas que acompanhavam as buscas por resgate. “Se o legista disser que a morte foi 12 horas após a primeira queda, isso é mentira. Temos relatos de turistas, registros, vídeos... muita coisa que comprova que a Juliana ficou viva por muito mais tempo. O ferimento fatal pode ter acontecido na última queda, já perto do resgate. Agora, se ele confirmar que foi entre 12 e 24 horas antes do resgate, isso muda tudo, diz muita coisa”, avalia a irmã de Juliana, em entrevista ao jornal O Globo.